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Ano de 1997
A OINA não é racista nem sectária
Resolução da Assembléia Geral
Na Assembléia Geral da Organização Internacional Nova Acrópole (OINA), celebrada em 28 de março de 1997, adota-se a seguinte Resolução:
Declaração Geral:
Levando-se em conta as constantes difamações surgidas em diferentes meios de comunicação de diversos países, assim como os atos de violência física que afetaram locais e pessoas da OINA, além das constantes provocações diretas ou indiretas que podem conduzir a uma maior agressividade e escalada de violência, a Assembléia Geral, incluído seu Conselho Diretor, os diretores de Associações filiadas e os membros a título individual decidem:
a) Repudiar categoricamente toda manifestação oral, escrita ou visual que identifique Nova Acrópole com movimentos religiosos ou políticos de qualquer tipo, e mais particularmente com a ideologia nazista, fascista ou de extrema direita ou com qualquer outra idéia de caráter totalitário ou fanático.
b) Retomar as idéias manifestadas pelo fundador da OINA por ocasião da Assembléia Geral celebrada em Londres no ano de 1979, na qual Jorge Angel Livraga definia que Nova Acrópole, em conformidade com seus princípios, e de acordo com os mesmos, não é racista nem sectária. Como disse também naquele momento e o reafirmou durante toda sua vida, a OINA é um movimento filosófico sem nenhum tipo de relação com grupos paramilitares ou seitas fanáticas. Que as acusações de racismo concluídas por seus caluniadores estão apoiadas em preconceitos ou em noções mal compreendidas. Portanto, Nova Acrópole afirma que não é sectária, uma vez que nela encontram-se todas as idéias puras das antigas tradições, afastando de si deformações aberrantes ou visões redutoras do passado.
c) Nesta mesma idéia, a Assembléia esclarece que o texto intitulado "Manual do Dirigente" não é um documento oficial da OINA nem de nenhuma associação nacional filiada. Tal como confirmou o fundador em uma carta dirigida ao arcebispo do Salzburg, em outubro de 1986, na qual lhe indicava que dito manual não é um documento interno da OINA, mas sim fragmentos de notas tomadas por jovens estudantes que não respondem de modo algum ao espírito com que o senhor Jorge Angel Livraga pôde explicar-se verbalmente nos anos 69/70, data das primeiras publicações que falam deste tema. E isto é também válido para interpretações ou traduções que foram feitas sobre essas notas.
d) Corroborar o fato de que todas as atividades e ações realizadas pela OINA em todo mundo contradizem estas imputações falsas, inexatas e tendenciosas. Que, ao contrário, a ação da OINA manteve durante estes quase 40 anos de atividade sua linha inicial, respeitando fielmente os princípios refletidos em seus Estatutos.
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