Sabemos de cabeça quando será a próxima partida de futebol do nosso time de coração, mas será que sabemos quais são os próximos passos que temos que dar para conquistar nossos objetivos? Foi a partir de paralelos da vida contemporânea como esse que os participantes da palestra “História e a memória do nosso futuro” foram convidados a refletir sobre nossa capacidade de arquitetar nosso próprio destino.

No encontro aberto ao público, ocorrido no dia 19 de junho de 2018, na sede Nove de Julho da Nova Acrópole em São Paulo, o professor Gonzalo Ferreyra salientou a importância da memória na construção desse futuro que vivemos e do qual não somos apenas arquitetos, mas também os tijolos da obra que deixaremos para o porvir.

Andreia Vieira, que assistia à palestra, relatou: “Na filosofia, na palavra que se torna ponte, reside a essência e a fonte das buscas das questões humanas e do Universo. Estejamos atentos e despertos.”

E se a questão é colocada sob uma perspectiva cósmica da existência, nos apercebemos como um ponto numa reta infinita. O apego ao passado imediato se torna insignificante e a ansiedade por um futuro próximo, inútil. Devemos então nos apropriar dessa consciência da escala universal a que estamos inseridos e agirmos com responsabilidade, pensando num futuro além do nosso próprio ego.

 

 

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